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terça-feira, 24 de junho de 2014

Comentários negativos dificultam tratamento de transtornos psíquicos | Mente e Cérebro | Duetto Editorial

Comentários negativos dificultam tratamento de transtornos psíquicos | Mente e Cérebro | Duetto Editorial

"Escutar um comentário negativo de alguém próximo é desagradável. Uma pesquisa da Universidade Harvard mostra que, em alguns casos, isso pode até mesmo afetar a saúde mental. Pessoas que enfrentam algum tipo de problema psicológico, como depressão, transtorno obsessivo-compulsivo, agorafobia, transtorno bipolar e esquizofrenia, e avaliam um ente próximo como muito crítico têm mais dificuldade para se recuperar, segundo estudo publicado online na Psychological Science."


terça-feira, 13 de março de 2012

Mudanças nos tratamentos neurológicos

A estimulação elétrica intracraniana é indolor e usada para casos de depressão, dores crônicas e alguns tipos de esquizofrenia. Esta estimulação adianta o efeito de antidepressivos.

A tecnologia foi regulamentada em janeiro deste ano no Brasil e está sendo aplicada no Hospital das Clínicas em São Paulo.

A reportagem também cita a criação de uma nova tecnologia para o mal de Parkinson, que consiste na cirurgia de implante de eletrodos cerebrais. Estes eletrodos estimulam algumas regiões do cérebro para corrigir os sintomas do Parkinson.

Veja a reportagem completa acessando:
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/multi/?hashId=implante-de-elotrodo-cerebral-corrige-sintomas-de-parkinson-04020C1A3064E0A92326&mediaId=12582040

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Feromônio do medo

Agência Fapesp do dia 17-05:

Pesquisadores do Brasil e Estados Unidos descobrem composto químico que, secretado por predadores, provoca o medo em camundongos. Descoberta, que foi capa da Cell (14/5) - é assinado por Fabio Papes, professor do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Darren Logan e Lisa Stowers, pesquisadores do Instituto de Pesquisa Scripps, dos Estados Unidos - poderá ajudar a entender como atividade elétrica no cérebro gera comportamentos.


Segundo Papes, o estudo demonstrou que no órgão vomeronasal – órgão presente nas narinas de muitas espécies de animais e capaz de captar os mensageiros químicos conhecidos como feromônios – há neurônios específicos para detectar as moléculas que induzem ao medo.

“A compreensão desse sistema poderá nos ajudar no futuro a controlar problemas como fobias, o estresse pós-traumático – que gera custos sociais muito grandes –, síndrome do pânico e esquizofrenia, por exemplo”, disse Papes à Agência FAPESP.

De acordo com Papes, nos sistemas sensoriais da visão, da audição e do olfato, os estímulos físicos – respectivamente a luz, o som e as moléculas – são transformados pelo sistema nervoso em atividade elétrica. Esses impulsos elétricos transmitidos por células neurais, são interpretados e transformados em respostas comportamentais ou hormonais.

“O estudo dessa transformação é importante do ponto de vista médico, porque doenças mentais, neurodegenerativas e fobias estão ligadas a esse mecanismo. O sistema olfativo é um excelente modelo para o estudo dessa transformação, porque a ligação entre estímulo e comportamento é direta, independente do aprendizado e da memória. Os animais respondem de maneira inata a algumas moléculas”, explicou.

O artigo The Vomeronasal Organ Mediates Interspecies Defensive Behaviors through Detection of Protein Pheromone Homologs, de Fabio Paepes, Darren Logan e Lisa Stowers, pode ser lido por assinantes da Cell em http://www.cell.com/.