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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

666 - sescenti sexaginta sex

Imagem de Lúcifer
Catedral Saint-Paul de Liège, Bélgica
Apocalipse 13:18

" Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é número de um homem, e o número é seiscentos e sessenta e seis"

Seis é considerado o mais perfeito número da Antiguidade Clássica e na Idade Média. Na simbologia cristã 6 foram os dias da criação de Deus e representa o número da alma do homem, e é também o número do mal no Apocalipse, o número da besta é 666. A besta apocalíptica é representada por serpente ou dragão adversários do espírito e perversão das qualidades superiores, fonte de tentação e corrupção.

Desde a Antiguidade, o número 6 ocupa um lugar de destaque como número sagrado e era relacionado com as influências do céu, e por isso, dividiram-no em 36 constelações. O número 66 tem relevância na tradição islâmica; simboliza o nome de Alá na simbologia alfa numérica. O número 666 representava o Deus Sol que é um dos nomes usados por Lúcifer (o anjo rebelado contra Deus, o diabo).

Historicamente, a marca 666 foi considerada uma antiga cifra cristã simbolizando uma opressão dos romanos e de seus imperadores. Em grego e em hebraico eram atribuídos valores numéricos às letras segundo o lugar que elas ocupavam no alfabeto, códigos numéricos eram criados, coincidindo o nome de um imperador romano, César Nero, que dizem que foi o primeiro a perseguir os cristãos. Em 66 d.C. estourou uma revolta na Judeia derivada da crescente tensão religiosa entre gregos e judeus.

Todo esse sistema sagrado foi transferido para a matemática e, até hoje, utilizamos o sistema de base 60, que divide o grau e a hora em 60 minutos; o minuto em 60 segundos; e a circunferência em 360 graus.

O livro do Apocalipse capítulo 13, trata de revelações dadas pelo Deus Bíblico, simbolizando o fim deste mundo e o advento de outro. Nos versículos 16 e 17, o autor do Apocalipse estaria associando o uso de um sinal aparente, a marca da Besta, a um controle de escravização do homem, através de um sistema social, político, econômico e religioso. A associação do tipo de marca faz ênfase ao costume comum de se marcar aquilo que lhe é de propriedade.

"E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ou vender , senão aqueles que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome"

Este texto retrata fatos históricos do número 6 e a associação da marca 666 com o Apocalipse. Quero tomar cuidado em dizer que não é um relato de opiniões de estudiosos do significado do Apocalipse, o que seria muito interessante postar e o farei logo, pois há estudiosos que interpretam o Apocalipse como uma batalha final entre o bem e o mal, uma guerra no futuro em que Satã deixará o ser humano fazer a sua escolha entre Satã ou Deus. Outros estudiosos interpretam que a Besta do Apocalipse era o próprio Imperador Romano, partindo do pressuposto que o livro foi escrito na época da perseguição dos cristãos pelos romanos e por usar o código numérico do nome do imperador. De qualquer forma, o número 666 pode ser símbolo de uma cultura ou pessoa que combata Deus e Sua Igreja.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Dogma cristã: O bem contra o mal.

Biblia Sagrada Virtual

“Eis que o temor do Senhor é a sabedoria e apartar-se do mal é a inteligência”

O sofrimento é resultado direto dos pecados pessoais? A sua intensidade está relacionada com a magnitude do pecado? Jó está sofrendo muito, portanto Jó deve ter pecado gravemente?Considerado uma das mais belas histórias de prova e fé, o Livro de Jó, manuscrito mais antigo da Bíblia, relata outras causas de sofrimento, o sofrimento humano inocente, e evidencia um personagem que está em grande angústia, tanto pelo sofrimento real como pela ignorância da razão do seu sofrimento.

Jó é apresentado como um homem de destacado caráter espiritual. Temia a Deus e repelia o mal. Jó estava preocupado com que seus dez filhos pudessem ter se apartado de Deus em seus corações. A confrontação de Satanás com Deus pretende demonstrar racionalmente a existência e os atributos de Deus. Para isso, usa apenas a razão humana, sem utilizar nenhum registro sagrado. Satã tem o poder de tentar os seres humanos, satã não tem o poder de forçar nenhum ser humano de cometer um pecado, é o ser humano que comete o pecado.

Satanás acusa Jó de possuir uma piedade interesseira e sustenta que se Jó for privado de suas bençãos materiais, ele cessará de servir ao Senhor. O Senhor concede a Satanás poder para retirar tudo o que Jó tem, mas impede-o de ferir a pessoa de Jó. E então, Jó perdeu seus bens e sua família. Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma. Satanás afirma que Jó renunciará ao Senhor uma vez que sua pessoa real tenha sido afetada, Deus permite que Satanás prove a fidelidade de Jó mas que lhe guarde a sua vida. Então saiu Satanás da presença do Senhor, e feriu a Jó de úlceras malignas, desde a planta do pé até ao alto da cabeça.

A sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus, e morre. Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios. Jó relata a admirável capacidade do homem para escavar a terra em busca de tesouros. Apesar da busca inspirada do homem por pedras e metais valiosos, ele é incapaz de "escavar" a sabedoria; de fato, ele não sabe sequer o seu valor. Jó dá evidência da posse de sabedoria por Deus observando as obras ordenadas da natureza e afirma que o homem só pode conhecer a sabedoria como Deus a revela. Quando Jó finalmente se cansou de sofrer, vira para Deus e pergunta "Por que essas coisas estão acontecendo comigo?", então Deus disse a Jó "Você é um ser humano limitado, e todo o bem e o mal você nunca vai entender e a única coisa que podes fazer é rezar e fazer a coisa certa". Por fim, Jó expressa arrependimento por ter questionado Deus e pede perdão. A Jó é dado o dobro do que ele possuia antes de suas provações.

O propósito do ensaio era demonstrar que a presença do mal no mundo não entra em conflito com a bondade de Deus.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O que o Apóstolo São Paulo e heroína Joana D'Arc tem em comum?

Atos 22: 6-11

“E Paulo disse ainda: Eu estava viajando, já perto de Damasco e era mais ou menos meio dia. De repente, uma grande luz que vinha do céu brilhou em volta de mim (...) Os homens que viajavam comigo viram a luz, porém não ouviram a voz de quem estava falando comigo (...) Aquela luz brilhante me deixou cego”

Esse fato descrito na Bíblia, a luz brilhante que cegou São Paulo no deserto de Damasco e deixou-o sem enxergar por três dias foi atribuída a uma crise do lobo temporal por pesquisadores neurologistas. Outro fato histórico acontece com Joana d’Arc, heroína e santa padroeira da França, ouvia vozes divinas, acompanhada de claridade e uma sensação de medo:

“Tinha cartoze anos quando ouvi a voz de Deus solicitando meu auxílio. Na primeira vez que escutei esta Voz, fiquei muito amedrontada; era meio dia de um dia de verão (...) Ouvi esta Voz à minha direita, em direção a igreja; raramente a ouvi sem ser acompanhada de uma luz, que vinha do mesmo lado da Voz”

Suas sensações de êxtase, medo intenso, alucinações visuais e auditivas eram semelhantes às do apóstolo Paulo. Mas naquela época, era interpretada como bruxaria, e então, ela foi considerada como herege e condenada à fogueira, em 1431 e, cinco séculos depois, a Igreja Católica a beatifica e, mais tarde, é declarada santa.

Nos dias de hoje, há vários relatos de pessoas com epilepsia do lobo temporal que apresentam religiosidade exacerbada, ou seja, interesses por figuras místicas, religiosas, que rezam várias vezes ao dia e caminham para a igreja pela primeira vez ou com uma maior frequência do que faziam antes de terem as crises. Esse intenso êxtase religioso é experimentado apenas por pessoas que possuem epilepsia do lobo temporal durante as crises e também no período entre as crises. Outra condição neurológica, a esquizofrenia não apresenta sequer nenhuma dessas alucinações visuais ou auditivas.

Pessoas com epilepsia no lobo temporal seriam privilegiadas por ouvirem Deus e por relatarem experiências jamais vividas por outras pessoas? (Ver Êxtase Religioso em Pessoas com Epilepsia do Lobo Temporal)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

A palavra "LUNÁTICO" e sua relação com Possessão e Epilepsia.

Mateus 17: 14 a 19
Senhor, tem misericórdia de meu filho, que é lunático e sofre muito; pois muitas vezes cai no fogo, e muitas vezes na água; E trouxe-o aos teus discípulos; e não puderam curá-lo. E Jesus, respondendo, disse: Ô geração incrédula e perversa! Até quando estarei eu convosco, e até quando vos sofrerei? Trazeis-mo aqui. E, repreendeu Jesus o demônio, que saiu dele, e desde àquela hora o menino sarou”.

Para os líderes religiosos Frei Calisto, igreja católica, e Pastor Xyco, igreja protestante, essa passagem da Bíblia é interpretada como um caso de epilepsia. A mesma interpretação pode ser vista em O Evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec.

Frei Calisto, representante da Igreja Santo Antônio do Embaré, sugere que a palavra “lunático” possa ser uma linguagem da época e que tenha derivado da crença da lua. Quanto à possessão de demônios, diz “há muitos fenômenos que correspondiam com a epilepsia, mas não necessariamente a epilepsia seja sobrenatural” e completa “Talvez Jesus quisesse mostrar nas palavras ser o Deus que expulsasse o demônio”.

“Essa grande confusão entre possessão demoníaca e epilepsia ocorre devido à ignorância tanto científica quanto bíblica de alguns que se dizem pastores”, explica o Pastor Xyco e afirma “É um caso claro de ação demoníaca e não de epilepsia”, sugerindo que há uma tradução errônea da Bíblia.

Acreditava-se que a lua não era considerada um satélite da Terra e sim uma divindade que poderia controlar a epilepsia. Elza Márcia Targas Yacubian, em Epilepsia: da antiguidade ao segundo milênio – saindo das sombras, diz que “as pessoas afligidas pelo mal haviam pecado contra Solene, a deusa da lua, ainda que esta constituísse uma doença sagrada, pois sua cura não poderia se processar por meios humanos, mas apenas pela intervenção divina”.

Com o cristianismo, as pessoas passaram a acreditar que as crises se tratavam de processos naturais: “O aquecimento da atmosfera terrestre pela lua derreteria o cérebro, provocando as crises”, continua Elza.

Dados científicos, como os de Moreau, sobre a relação das crises de epilepsia e a mudança das fases da lua, analisando mais de 42 mil crises de 108 homens em cinco anos, chegaram a resultados negativos. Mas mesmo assim, para alguns espíritas, a fase da lua pode influenciar as crises.

Até hoje, falar de epilepsia, para algumas religiões, é ainda sinônimo de possessão. Uma pessoa com epilepsia sofre preconceito por líderes religiosos, que influenciam os seus seguidores a acreditarem que ela carrega o estigma de ser possuída por demônio, sendo passível de cura apenas por meio de orações e rituais de exorcismos. É comum ainda a prática de exorcismo da epilepsia em algumas igrejas, principalmente as pentecostais, como a Igreja Universal do Reino de Deus, que acreditam somente na fé para a cura e dispensam o uso de remédios.

O pastor Marcos Jair Ebeling, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, explica: “Reconhecemos que a causa da epilepsia é clínica e não espiritual. Portanto, deve ser tratada clinicamente e encaminhada para o médico".

Na prática do budismo é natural buscar e seguir as orientações dos médicos para o tratamento de doenças ao mesmo tempo em que devemos fortalecer a prática da fé. O protestantismo valoriza o dom da fé e o dom da medicina. O catolicismo ressalta que a epilepsia não é causada pela possessão demoníaca e nem pelas fases da lua.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Sermão da Montanha

Texto da wikipedia:
Pintura de Carl Heinrich Bloch
Achei muito interessante postar este link aqui para todos terem acesso a esse maravilhoso texto e para refletirmos sobre nossas condutas e morais e sobre os valores que estão sendo perdidos para com o outro, seja na amizade, no casamento e com a família.
O que nos rodeia nem sempre é aquilo que devemos seguir. Podemos ter uma criação cheio de valores mas se estamos rodeados por pessoas que não dão os mesmos valores para aquilo que acreditamos pode ser uma ensrascada. Temos que manter o que foi ensinado por nossos pais, os princípios e deveres. Acreditem, nossos pais sabem o que é melhor para gente e podemos sim escutá-los e nos aperfeiçoarmos como ser humano juntamente com nossas experiências diárias.
Cada um tem sua vida mas que devemos sempre compartilhar com outras pessoas. Ninguém vive só, ninguém cresce e aprende o que é viver, sozinho. Vamos refletir e pensar que seremos iluminados se não nos deixarmos abater pelas pedras do caminho e por pessoas sem brilho e que tentam nos distanciar do caminho certo e das pessoas que adicionam luz a nossa vida.
O Sermão da Montanha é um longo discurso de Jesus Cristo que pode ser lido no Evangelho de São Mateus, mais precisamente nos capítulos 5 a 7. Muito provavelmente, resulta da reunião de intervenções ocorridas em momentos distintos. Nestes discursos, Jesus Cristo profere lições de conduta e moral, ditando os princípios que normam e orientam a verdadeira vida cristã, uma vida que conduz a humanidade ao Reino de Deus e que põe em prática a vontade de Deus, que leva à verdadeira libertação do homem. Estes discursos podem ser considerados por isso como um resumo dos ensinamentos de Jesus a respeito do Reino de Deus, do acesso ao Reino e da transformação que esse Reino produz.

Além de importantes princípios ético-morais, pode-se notar grandes revelações, pois aquilo que muitas vezes é tido por ruim, por desagradável, diante de Deus é o que realmente vai levar muitos à verdadeira felicidade. Esta passagem forma um paradoxo, contrariando a idéia de muitos e mais uma vez mostrando que "...'Deus não vê como o homem vê, o homem vê a aparência, mas Deus sonda o coração" (I Samuel 16.7).
Durante esta longa reinterpretação, Jesus exorta as pessoas a não ofender o seu próprio irmão e, se tal acontecer, buscarem uma reconciliação com ele (o ofendido) o mais cedo possível. Jesus amplia o conceito de adultério, afirmando que todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração. Jesus também ensinou que os homens nunca deviam jurar de modo algum, muito menos jurar falso.
Jesus apela também para não resistir ao mau, não devemos resistir fisicamente às agressões (se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra). Ele exorta também para dar a quem te pede e não te desvies daquele que te quer pedir emprestado (Mt 5, 38-42).
No fim desta reinterpretação da Lei de Deus feita por Jesus, Ele apela aos homens para, se eles quiserem ser os verdadeiros filhos de Deus, amar não só o seu próximo, mas também os seus inimigos, fazendo bem aos que vos odeiam e orando pelos que vos [maltratam e] perseguem, tal como Deus, que faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos. No fim, Jesus exorta para todos os homens, com esta prática de amor incondicional e supremo (uma das ideias-chave do Cristianismo), serem perfeitos, tal como Deus Pai, que é também perfeito (Mt 5, 43-48).

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

"Transfiguração de Rafael"


A obra desvia de seu estilo sereno e apresenta uma nova sensibilidade de um mundo turbulento e dinâmico.
Mt 17: 1 a 13
Jesus subiu a um monte para orar com Pedro, Tiago e João e foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandeceu como o sol e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. Os discípulos tiveram a visão de que Jesus estivesse conversando com os profetas Moisés e Elias.
Pedro e os que estavam com ele estavam acabrunhados pelo sono. Despertando, porém, viram a sua glória e os dois varões, Moisés e Elias, que estavam de pé com Jesus e que falavam da saída dele, que estava para cumprir-se em Jerusalém.
Jesus diz às testemunhas para não contar a visão a ninguém, até que o Filho do homem seja levantado dentre os mortos. E eles calaram-se e não disseram a ninguém, naqueles dias, nada do que tinham visto. E guardaram a palavra consigo, perguntando uns aos outros o que é o «ressuscitar dos mortos».
O quadro retrata as palavras dos dois profetas se dirigindo a Jesus quanto a glória, que na cruz seria manifesta, em Jerusalém. A Paixão e Morte de Jesus.

Ciência x Religião


"A Criação de Adão", pintado por Michelangelo, que figura o teto da Capela Sistina.

As posições de Deus e Adão, a pintura do braço direito de Deus e esquerdo de Adão são quase idênticas e representam o fato de que, como diz o Gênesis 1:27, Deus criou o homem à sua imagem e semelhança.

A interpretação da criação do homem a imagem e semelhança de Deus e sua criação por Deus pode ser a única transcrita dessa figura? Com os avanços da ciência, alguns cientistas se perderam na sua visão e objetivos. Como por exemplo, há alguns anos atrás, com a criação da ovelha Dolly a partir de células tronco. Alguns podem ter esquecido, mas quando se falava em células tronco, o objetivo era o transplantes de órgãos. E no entanto, nunca vou esquecer o que ouvi no Congresso Brasileiro de Genética, onde um senhor, cientista, se levanta no meio da platéia e diz que o objetivo era criar seres humanos perfeitos e no seu discurso, pergunta para todos: "Para que adotar uma criança qualquer, se podemos criar um bebê perfeito de olhos claros?". Claro que a consequência de seu argumento foi uma vaia alta e bonita daquela sala lotada.

Então, se esse senhor olhasse a figura da criação de Adão, diria nada menos que é o homem brincando de Deus por seu dedo quase encostar no criador. Mostrando que o homem também pode criar o ser humano a sua semelhança, só que melhorada e mais forte, como um soldado de chumbo.

O Campo da ciência que mais estuda a religião é a NEUROCIÊNCIA. E se formos mais longe na figura acima, podemos observar que Deus está envolto de uma estrutura que parece um cerébro. Será que Michelangelo já queria dizer alguma coisa na sua pintura sobre a influência que a ciência e religião tem uma sobre a outra?

Ciência e Religião ao contrário do que muitos crêem ou gostariam, elas caminham juntas. Seja um religioso ou um cientista, ambos acreditam em algo e se dedicam profundamente nessa existência. O limite imposto entre a religião e a ciência é dado por nós humanos.

Não há resposta para quem caminha sozinho. Sempre tem que existir alguma coisa ou alguém para este ser se importar, meditar, trocar experiências, aprender e errar.

Negar as diferentes necessidades nos é um absurdo. Por isso, a ciência e a religião devem caminhar juntas. Uma completando a outra. Quando entendermos essa lição, a ignorância que marca esse limite será superada.

Religião não pode ser imposta por ninguém e por nada, ela tem que acontecer naturalmente no coração das pessoas, independente da escolha de cada um. A essência está em VIVER a religião!!

E mesmo que haja definições distintas entre as religiões, é importante ter cuidado aos fenômenos que observamos, sejam elas espirituais ou clínicas, e a avaliação médica tem que estar presente para todos.