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quinta-feira, 20 de março de 2014

História do café

Aos cucamaníacos que adoram um bom café,

Acessem o link http://seuhistory.com/programas/a-grande-historia/infograficos/cafeina.html para conhecer um pouco da história do café desde a era Paleolítica até 2000 d.C.

A história é mostrada em infográfico no site da History!!!

Muito bacana!!

Espero que curtem!!!

Abraços!!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O mundo sem epilepsia!!

Museu de Epilepsia Kork - Alemanha

O histórico desconhecimento acerca da fisiopatologia dos fenômenos epilépticos fomentou o surgimento de relatos lendários, ideias preconceituosas e de uma série de expressões artísticas acerca da patologia, geralmente retratada de forma deturpada e pouco científica. Diversas personalidades históricas são relatadas como suspeitos ou portadores de epilepsia. Durante a história, várias pessoas que afirmavam ter revelações, ouvir vozes e ter visões, podem ter sofrido de epilepsia. Em muitos casos, o diagnóstico definitivo jamais pode ser estabelecido, devido à imprecisão clínica e às limitações tecnológicas da época. Temos exemplos de celebridades, que possivelmente eram portadoras de epilepsia, em diversas esferas artísticas e sociais, como por exemplo:

- Vincent van Gogh, um dos mais prestigiados pintores da história, autor de obras clássicas, como “O Grito” e “Os Girassóis”;
- Fiódor Dostoiévski, escritor russo, cujos auto-relatos sobre crises epilépticas se tornaram, antológicos na literatura, através de personagens em seus romances;
- Machado de Assis, a quem muitos consideram como o maior de todos os escritores brasileiros, sendo um dos criadores da cronica no país e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. Entre suas obras estão: “O ilusionista” e “Dom Casmurro”;
- Joana d’Arc, heroína e santa padroeira da França. Ouvia vozes divinas, acompanhada de claridade e uma sensação de medo, a qual levou a defender o território francês lutando principalmente contra os ingleses.
- D. Pedro I, foi o primeiro imperador do Brasil, apresentava habilidades artísticas.
- Hércules, herói da mitologia, símbolo do homem em luta contra as forças da natureza.
- Caio Júlio César, Imperador romano, líder militar e político da República romana.
- Napoleão Bonaparte, Imperador francês. Há indícios de que sofria de epilepsia, a qual não impediu visivelmente suas atividades.

Agora, imagine o mundo se não existisse epilepsia. . . Imaginou? Simplesmente essas celebridades deixariam também de existir e a história do mundo seria contada com outras palavras, fatos, lições e vidas.

Para ler sobre cada famoso da figura acesse: http://www.epilepsiemuseum.de/english/prominente.html#text2

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

666 - sescenti sexaginta sex

Imagem de Lúcifer
Catedral Saint-Paul de Liège, Bélgica
Apocalipse 13:18

" Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é número de um homem, e o número é seiscentos e sessenta e seis"

Seis é considerado o mais perfeito número da Antiguidade Clássica e na Idade Média. Na simbologia cristã 6 foram os dias da criação de Deus e representa o número da alma do homem, e é também o número do mal no Apocalipse, o número da besta é 666. A besta apocalíptica é representada por serpente ou dragão adversários do espírito e perversão das qualidades superiores, fonte de tentação e corrupção.

Desde a Antiguidade, o número 6 ocupa um lugar de destaque como número sagrado e era relacionado com as influências do céu, e por isso, dividiram-no em 36 constelações. O número 66 tem relevância na tradição islâmica; simboliza o nome de Alá na simbologia alfa numérica. O número 666 representava o Deus Sol que é um dos nomes usados por Lúcifer (o anjo rebelado contra Deus, o diabo).

Historicamente, a marca 666 foi considerada uma antiga cifra cristã simbolizando uma opressão dos romanos e de seus imperadores. Em grego e em hebraico eram atribuídos valores numéricos às letras segundo o lugar que elas ocupavam no alfabeto, códigos numéricos eram criados, coincidindo o nome de um imperador romano, César Nero, que dizem que foi o primeiro a perseguir os cristãos. Em 66 d.C. estourou uma revolta na Judeia derivada da crescente tensão religiosa entre gregos e judeus.

Todo esse sistema sagrado foi transferido para a matemática e, até hoje, utilizamos o sistema de base 60, que divide o grau e a hora em 60 minutos; o minuto em 60 segundos; e a circunferência em 360 graus.

O livro do Apocalipse capítulo 13, trata de revelações dadas pelo Deus Bíblico, simbolizando o fim deste mundo e o advento de outro. Nos versículos 16 e 17, o autor do Apocalipse estaria associando o uso de um sinal aparente, a marca da Besta, a um controle de escravização do homem, através de um sistema social, político, econômico e religioso. A associação do tipo de marca faz ênfase ao costume comum de se marcar aquilo que lhe é de propriedade.

"E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ou vender , senão aqueles que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome"

Este texto retrata fatos históricos do número 6 e a associação da marca 666 com o Apocalipse. Quero tomar cuidado em dizer que não é um relato de opiniões de estudiosos do significado do Apocalipse, o que seria muito interessante postar e o farei logo, pois há estudiosos que interpretam o Apocalipse como uma batalha final entre o bem e o mal, uma guerra no futuro em que Satã deixará o ser humano fazer a sua escolha entre Satã ou Deus. Outros estudiosos interpretam que a Besta do Apocalipse era o próprio Imperador Romano, partindo do pressuposto que o livro foi escrito na época da perseguição dos cristãos pelos romanos e por usar o código numérico do nome do imperador. De qualquer forma, o número 666 pode ser símbolo de uma cultura ou pessoa que combata Deus e Sua Igreja.