sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
21 de janeiro - Dia Mundial da Religião
A criação da data foi com o objetivo de promover a união de todas as religiões existentes no mundo, levando mais fé e esperança ao povo.
Conhecer as religiões é compreendê-las melhor e identificá-las como parte de uma cultura mundial. O respeito mútuo possibilitará um mundo com menos conflitos. As diferenças não impede a colaboração ou o enriquecimento recíprocos. Além disso, conhecer como pensam outras pessoas pode ajudar a compreender melhor a nós mesmos.
As religiões mais numerosas:
Os cristãos. O cristianismo é a religião com mais seguidores - mais de 2 bilhões - e nasceu do judaísmo há quase 2 mil anos. Os católicos, os mais numerosos, são mais de 1 bilhão e tem como líder de sua igreja o papa, que reside no Vaticano, na Itália. Outros cristãos, contudo, não aceitam a autoridade do papa, como os evangélicos e os ortodoxos.
Os muçulmanos. O islamismo é a segunda religião do mundo em número de fiéis. Foi fundada por Maomé há quase 1400 anos, na Arábia. Os muçulmanos são majoritários desde o norte da África até a Indonésia.
Os hinduístas. O hinduísmo é a religião majoritáia na Índia, país mais populoso depois da China. Os seguidores dessa religião são, na atualidade, mais de 800 milhões. O hinduísmo não tem fundador nem profeta: é uma religião muito antiga, e seus primeiros textos sagrados têm mais de 3 mil anos.
Os budistas. O budismo tem um pouco mais de 350 milhões de seguidores no mundo. É uma religião fundada há 2500 anos por Buda, na Índia. Embora seja principalmente uma religião da Ásia, há também budistas em outros continentes.
Os não religiosos e ateus. No mundo deve haver cerca de 1,2 bilhão de não-religiosos e ateus. Há países, como China e Rússia, em que a maioria não tem religião.
As religiões são sinais de identidade, tanto das pessoas como das sociedades. Por isso são tão variadas e têm, ao mesmo tempo, tantas coisas em comum.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
HIV e transtornos mentais
O projeto, que conta com o apoio de uma equipe multidisciplinar, também abrirá espaço para as discussões de casos considerados de difícil resolução ou situações complexas.
Para participar do serviço, é necessário que o profissional de saúde envie uma descrição básica do caso, contendo as iniciais do paciente, idade, sexo e orientação sexual. O conteúdo encaminhado terá acesso restrito para a manutenção do sigilo e da ética profissional.
Também é preciso encaminhar a queixa principal, breve histórico do paciente, condutas e estratégias terapêuticas adotadas – atendimento individual, grupo e família –, principais questões em relação ao caso, dúvidas e estratégias a serem adotadas.
O e-mail para a discussão de casos é o saudemental@crt.saude.sp.gov.br
Mais informações: http://www.saude.sp.gov.br/
sábado, 18 de dezembro de 2010
Vícios e compulsões
Substâncias aditivas podem ativar o sistema de recompensa da dopamina (neurotransmissor), proporcionando prazer, mesmo não sendo essenciais à sobrevivência. A exposição crônica às drogas leva à supressão dos circuitos de recompensa, aumentando a quantidade necessária para gerar o mesmo efeito.
O sistema opiáceo está envolvido no alívio da dor e ansiedade. A heroína e a morfina unem-se a receptores opiáceos, criando uma sensação de euforia. Os circuitos colinérgicos -onde age a nicotina- estão envolvidos com a memória e a aprendizagem. A cocaína age nos receptores noradrenérgicos, envolvidos com as respostas ao stress e à ansiedade.
A busca pela droga é fruto de uma desistrutura emocional, o indivíduo precisa se empapuçar para suprir essa desestrutura. A sensação de prazer que a droga proporciona a esse indivíduo é maior do que a vontade dele de encarar a realidade, para alguns é cômodo viver assim. A droga passa a ter prioridade em sua vida sem que o afetado tenha noção do acontecido, "prioridade oculta" para mim. Ele tem certeza que pode parar à qualquer momento - será isso uma verdade?
Quanto mais tempo for a resistência, maior o tempo em que o indivíduo estará mergulhado em sua mente, acreditando em verdades e conceitos que a droga lhe traz, e estará perdendo dias valiosos. Segundo palavras do Daniel (na postagem: http://cucacomcafe.blogspot.com/2010/09/defesa-do-uso-da-maconha-para-uso.html?showComment=1292684921643#c6478820105960385893) "a droga percorria nos labirintos da minha mente destruindo o que eu tinha de melhor em mim: a capacidade de aprender e de amar as coisas".
Enquanto isso, vão-se as motivações, os planos e ações, os entes queridos, os amigos que não usam droga, o amor de alguém.
É preciso encarar de frente os problemas da vida, aprender a cair e levantar. É preciso de ajuda e querer se ajudado, sempre!!!
E por fim, gostaria de dividir a mensagem emocionante, que o Daniel me deixaste, com todos para reflexão:
"Durante muito tempo meus pensamentos eram uma cela de prisão, e ser trancado do lado de dentro da mente sem nenhum espaço, é como uma simples gota d´agua que simplesmente cai sem ser notada por ninguém!"
Curiosidade:
Carl Gustav Jung (1875 – 1955), é fundador da escola analítica de Psicologia e introduziu termos como extroversão, introversão e o inconsciente coletivo. O psiquiatra ampliou as visões psicanalíticas de Freud, interpretando distúrbios mentais e emocionais como uma tentativa do indivíduo de buscar a perfeição pessoal e espiritual (texto extraído da Mente e Cérebro - Duetto).
terça-feira, 9 de novembro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Como reconhecer um AVC?
- S* (Smile) Peça-lhe que SORRIA.
- T* (Talk) Peça-lhe que FALE ou APENAS DIGA UMA FRASE SIMPLES. (com coerência)(ex : Hoje o dia está ensolarado)
- R* (Rise your arms) Peça-lhe que levante AMBOS OS BRAÇOS.
Caso a vítima apresente alguma dificuldade em realizar QUALQUER destas tarefas, chame a emergência imediatamente e descreva-lhe os sintomas ou leve-o rápido ao hospital. A demora por atendimento hospitalar pode deixar sequelas.
Divulguem para seus amigos e familiares essas três letras!!!
*AVC - acidente vascular cerebral ou derrame. O AVC é uma doença cérebro vascular (DCV) e é basicamente dividido em dois tipos: o isquêmico (80 a 90%) e o hemorrágico (10 a 20%). Para ler mais sobre AVC acesse: http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=47
Aumentam mortes de idosos por AVC
Por Camila Ancona
DA AGÊNCIA ANHANGUERA
camila.ancona@rac.com.br
Publicada em 25/10/2010 - Correio Popular digital
O número de mortes por acidente vascular cerebral (AVC) cresceu 16% de 2008 a 2009 em Campinas entre pessoas com 60 anos ou mais, segundo dados da Secretaria de Saúde. São esses indivíduos, inclusive, os que mais desconhecem a doença, segundo pesquisa realizada em Campinas no ano passado com 130 pessoas. O estudo foi realizado por alunos* do Laboratório de Estudos Avançados do Jornalismo (Labjor), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O envelhecimento da população e a dificuldade de prevenção da doença podem ter influenciado no aumento das mortes.
A Secretaria de Saúde aponta que as mortes neste grupo passaram de 392 em 2008 para 455 no ano passado. Esse índice cresceu 27,8% quando comparados o período de 2000 a 2009. No ano passado, a região Sul (do Jardim Proença ao Parque Oziel), registrou o maior número de óbitos por AVC: 135. O segundo local com maior número de mortes foi a região Leste (do Alphaville ao Carlos Gomes), com 125 casos.
O envelhecimento da população na região Leste é uma das hipóteses para o aumento das mortes, segundo o secretário de Saúde de Campinas, José Francisco Kerr Saraiva. “Com a população mais idosa, o que vem ocorrendo na região Leste, o risco de uma doença cardiovascular é maior, como é o caso do derrame”, disse. O número expressivo de óbitos na região Sul deve-se, segundo o secretário, ao número de habitantes, cerca de 300 mil. “A região acaba sendo proporcionalmente mais afetada devido ao grande número de pessoas que residem no local”, disse Saraiva.
Entre 2008 e 2009, as mortes por derrame na região Sul cresceram 33,6% e na região Leste, 6%. O desconhecimento é o grande vilão da doença, que pode ser prevenida com hábitos saudáveis. “O importante é a prevenção. Ainda falta conhecimento sobre o que pode causar o AVC. Por isso, a nossa grande preocupação deve ser com a capacitação da população quanto à prevenção”, ressaltou o secretário.
Entre a população até 60 anos, houve redução de 15% no número de óbitos, de 110 para 96 na comparação entre 2008 e 2009, também conforme dados da Secretaria de Saúde. O levantamento dos alunos do Labjor apontou maior conhecimento do assunto justamente entre as três categorias: até 17 anos, de 18 a 24 anos e de 25 a 59 anos. A população que corresponde a essas faixas etárias disse saber o que significava um AVC. No entanto, quase 60% dos entrevistados acima de 60 anos não sabiam.
Dos que informaram conhecer a doença, 57% possuem nível superior, conforme o levantamento. O estudo apontou que a grande maioria dos entrevistados nas quatro faixas etárias afirmaram que já ouviram falar sobre acidente vascular cerebral e uma maior parte também sabe o que é o derrame, como é popularmente conhecida a doença. De acordo com a pesquisa, é comum, nas quatros faixas, conhecer alguém que já foi afetado pelo AVC.
Para o professor Li Li Min, do Departamento de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas (Unicamp), boa parte do derrame é preventiva apenas com o hábito de vida. “A falta de informação pode estar associada ao crescimento da doença porque muita gente ainda não sabe o que causa o popular derrame. Isso precisa mudar porque as sequelas dependerão de quão rápido a pessoa receber o tratamento especializado. Quanto mais rápido o atendimento, maiores as chances de sobrevivência.”
Para ler toda a reportagem acesse: http://cpopular.cosmo.uol.com.br/mostra_noticia.asp?noticia=1712785&area=2020&authent=8DFCB8D7001452AFDE9AF52236708D
*Trabalho desenvolvido pelos alunos de Divulgação científica, o qual fiz parte. Nós todos do grupo ficamos honrados pela reportagem.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
De onde veio...o candomblé?
http://www2.uol.com.br/historiaviva/multimidia/de_onde_veio____o_candomble.html
(Multimídia)
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
O que é Jet lag?
Uma viagem com mudança de fuso horário pode causar jet lag, um processo no qual o relógio do corpo fica "dessincronizado" com o ambiente. Desta maneira, após uma viagem passando por vários fusos horários a pessoa se sente como se o relógio biológico não estivesse no mesmo do horário do local.
Fadiga e desorientação. Tornar-se cansado e desorientado por vários dias após a sua chegada. Falta de concentração e motivação, especialmente para qualquer atividade que exija algum esforço ou habilidade, como dirigir, ler ou discutir um negócio. Mas até mesmo atividades simples podem tornar-se mais difícieis.
Pode levar alguns dias para o corpo se reajustar ao novo fuso horário. Enquanto isso, o sono pode ser interrompido durante a noite e, consequentemente, a pessoa poderá dormir durante o dia. Na verdade, a NASA estima que será necessário um dia para cada hora da zona de fuso horário para voltar ao seu ritmo normal e os níveis de energia. Portanto, uma diferença de cinco horas de tempo significa que você vai precisar de cinco dias para voltar ao normal.
Confusão e imprecisão. Regressar ao seu quarto de hotel duas ou três vezes para verificar se ficou trancado, isso é típico dos efeitos relatados por tripulantes que sofrem de jet lag.
Desidratação. O ar seco a bordo da aeronave pode causar dores de cabeça, irritação das narinas e pele seca. Este por sua vez, pode resultar em uma sensação geral de mal-estar e torná-lo mais suscetível à constipação, tosse, dor de garganta e gripe.
A Organização Mundial de Saúde vincula diretamente o "jet lag" como um fator agravante nos casos de diarréia causados pela contaminação microbiológica da água ou alimento, afetando entre 20% e 50% dos viajantes de longa distância.
Além dos sintomas acima do jet lag, a síndrome é agravada pelos efeitos físicos de ser confinado em um avião por horas.
Comissários de bordo. Perguntou-se aos comissários se eles geralmente passam por sintomas específicos do jet lag, durante e depois dos vôos de longo curso. Suas respostas foram as seguintes:
Cansaço ao longo dos primeiros cinco dias após a chegada, 90%.
Sono interrompido após a chegada, 93%.
Falta de energia e motivação, 94%.
Desorientação, 53%.
Desidratação, 73%.
Inchaço dos membros, 32%.
Ouvido, nariz, problemas de garganta, resfriado ou gripe, 70%
Então, como reduzir o jet lag?
- Antes de embarcar, verifique se você tem todos os seus assuntos, pessoais e de negócios, em ordem;
- Assegure-se que não está estressado, e não cansado ou de ressaca da noite anterior;
- Tenha uma boa noite de sono antes da viagem;
- O ar seco na aeronave provoca desidratação. Beber líquidos, preferencialmente água.
E depois do voo? Nos primeiros dias em um novo lugar tente se expor mais à luz solar. Ela vai dar ao seu cérebro a noção certa sobre os períodos do dia e isso ajuda a regular o sono.
Existe medicamentos para reduzir os sintomas do jet lag?
Alguns especialistas acreditam que o jet lag está relacionado aos níveis de melatonina, e que o uso de um suplemento desse hormônio ajuda a reajustar o relógio corporal no novo fuso horário. Até agora, as pesquisas foram inconclusivas; testes iniciais constataram que a melatonina reduzia o jet lag, mas um estudo posterior constatou que a diferença era pequena.
Uma outra opção para o combate do jet lag é uma preparação homeopática chamada No-jet-lag. Não tem nenhuma ligação com o hormônio melatonina. Sua eficácia foi comprovada em um estudo científico de passageiros de volta ao mundo, e confirmado por comissários de voo de longo curso. Para obter mais informações clique: http://www.nojetlag.com/jetlag3.html.
Comprimidos para dormir (não!). Algumas pessoas usam comprimidos para dormir para tentar aliviar o jet lag. Esta é uma abordagem perigosa, pílula para dormir induz um estado comatoso, com pouco ou nenhum movimento natural do corpo, e é sabido que a imobilidade prolongada durante o voo pode levar à formação de coágulos sanguíneos fatais (trombose venosa profunda). Isso foi relatado já em 1988 no The Lancet: estimou-se que, durante três anos no aeroporto de Heathrow, 18% das 61 mortes súbitas nos passageiros de longa distância foram causados por coágulos nos pulmões.
Há pouco material de divulgação jornalística e científica sobre o Jet lag, principalmente no Brasil. Talvez devêssemos dar mais importância a esse mal que atinge muitas pessoas que viajam a longa distância, em especial aos comissários que voam internacional. As cia aéreas escalam esses "pássaros" para voarem a longa distância cerca de 4x/mês, e quando não estão voando, ficam, na maior parte, de sobreaviso em terra aguardando o possível 5°, 6° voo. Será que o tempo de recuperação da volta de um voo longo está sendo respeitado? Será que o sobreaviso não potencializa o jet lag por estarem preocupados em serem acionados para um voo que não foram escalados a princípio? De qualquer forma, o jet lag não deixa de ser um acessório indispensável na bagagem desses "pássaros", mesmo que indesejável. Precisamos olhar com carinho o trabalho de todos e respeitá-los, e então, veremos lindos e saudáveis "pássaros" voando atenciosos e tranquilos.
Fonte:
- O cérebro e o sistema nervoso. Rio de Janeiro: Reader's Digest, 2007.
- http://www.nojetlag.com/jetlag1.html


